Linha de maior declive: relações poético-críticas do caminhar
O presente artigo trata do caminhar/deslocar-se como linha e sua potência na ativação do contexto da cidade, ambos pensados a partir do fenômeno artístico contemporâneo. Partindo de um breve levantamento e recorte histórico de como a linha vem sendo discutida na história da arte até chegar ao camin...
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Autor principal: | |
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Formato: | article |
Lenguaje: | PT |
Publicado: |
Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC)
2020
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Materias: | |
Acceso en línea: | https://doaj.org/article/06e6f68bc74c497fb1eb8e673a2cbd86 |
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Sumario: | O presente artigo trata do caminhar/deslocar-se como linha e sua potência na ativação do contexto da cidade, ambos pensados a partir do fenômeno artístico contemporâneo. Partindo de um breve levantamento e recorte histórico de como a linha vem sendo discutida na história da arte até chegar ao caminhar como procedimento prático e método criativo, o artigo, a partir daí, problematiza seu objeto na relação contextual entre arte, indivíduo e presença poético-crítica na cidade. Neste fim, toma-se como principal referencial artístico a ação Se Hace Camino al Andar, da artista espanhola Esther Ferrer, em sua realização junto à Plataforma Salvem El Cabanyal, na cidade de Valência/Espanha. Para construir suas argumentações, o artigo utiliza como aportes teóricos os escritos dos movimentos da década de 1960/70, Situacionismo e Fluxus, bem como aos estudos sobre a cidade de Michel de Certeau e sobre linha e deslocamento de Tim Ingold.
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