Corpo-empresa na industria do espectaculo
A Indústria do Espetáculo, desde Debord (1997), vem se mostrando conceito útil para leitura da subjetividade das massas conectada pela televisão no mundo contemporâneo. Psicóloga de Realitys Shows desde o início desse fenômeno no Brasil (2001), a autora destaca o conceito, advindo da escuta dos par...
Guardado en:
Autor principal: | |
---|---|
Formato: | article |
Lenguaje: | EN ES |
Publicado: |
Universidad de San Buenaventura
2011
|
Materias: | |
Acceso en línea: | https://doaj.org/article/731afd3d1bf94d6384cd20a64d928a20 |
Etiquetas: |
Agregar Etiqueta
Sin Etiquetas, Sea el primero en etiquetar este registro!
|
id |
oai:doaj.org-article:731afd3d1bf94d6384cd20a64d928a20 |
---|---|
record_format |
dspace |
spelling |
oai:doaj.org-article:731afd3d1bf94d6384cd20a64d928a202021-12-02T17:37:40ZCorpo-empresa na industria do espectaculo10.21500/22563202.23851794-192X2256-3202https://doaj.org/article/731afd3d1bf94d6384cd20a64d928a202011-12-01T00:00:00Zhttps://revistas.usbbog.edu.co/index.php/GuillermoOckham/article/view/2385https://doaj.org/toc/1794-192Xhttps://doaj.org/toc/2256-3202 A Indústria do Espetáculo, desde Debord (1997), vem se mostrando conceito útil para leitura da subjetividade das massas conectada pela televisão no mundo contemporâneo. Psicóloga de Realitys Shows desde o início desse fenômeno no Brasil (2001), a autora destaca o conceito, advindo da escuta dos participantes que chamam Meu Corpo de Minha Empresa, traçando uma equivalencia no singular do que é pensado por Debord em termos sociais. Pensando o Reality Show como um grande jogo do EU, esse texto aborda o tema pelo viés do desejo de apresentar um ideal forjado pelo que se imagina ser o esperado pelo público. No contexto brasileiro o enfoque sobre o corpo malhado e perfeito é característica cultural local, onde o objeto-corpo toma a consistência final do EU, com um valor de mercado monetário definido. O que se verifica é que esse corpo/empresa, com a anuência de seus médicos, admite também a inclusão de drogas que servem para adestrar também os afetos. O objetivo é tonificar a “musculatura” da empresa, conter quimicamente a violência, incentivar com anabolizantes a performance na academia, sem contemplar que para além do Corpo-Empresa há um sujeito. Sujeito afeito a efeitos colaterais e afetos descontrolados! Débora TabacofUniversidad de San BuenaventuraarticleSubjetividadcorpoindústria do espetáculocorpo-empresaSocial sciences (General)H1-99ENESRevista Guillermo de Ockham, Vol 9, Iss 2 (2011) |
institution |
DOAJ |
collection |
DOAJ |
language |
EN ES |
topic |
Subjetividad corpo indústria do espetáculo corpo-empresa Social sciences (General) H1-99 |
spellingShingle |
Subjetividad corpo indústria do espetáculo corpo-empresa Social sciences (General) H1-99 Débora Tabacof Corpo-empresa na industria do espectaculo |
description |
A Indústria do Espetáculo, desde Debord (1997), vem se mostrando conceito útil para leitura da subjetividade das massas conectada pela televisão no mundo contemporâneo. Psicóloga de Realitys Shows desde o início desse fenômeno no Brasil (2001), a autora destaca o conceito, advindo da escuta dos participantes que chamam Meu Corpo de Minha Empresa, traçando uma equivalencia no singular do que é pensado por Debord em termos sociais. Pensando o Reality Show como um grande jogo do EU, esse texto aborda o tema pelo viés do desejo de apresentar um ideal forjado pelo que se imagina ser o esperado pelo público. No contexto brasileiro o enfoque sobre o corpo malhado e perfeito é característica cultural local, onde o objeto-corpo toma a consistência final do EU, com um valor de mercado monetário definido. O que se verifica é que esse corpo/empresa, com a anuência de seus médicos, admite também a inclusão de drogas que servem para adestrar também os afetos. O objetivo é tonificar a “musculatura” da empresa, conter quimicamente a violência, incentivar com anabolizantes a performance na academia, sem contemplar que para além do Corpo-Empresa há um sujeito. Sujeito afeito a efeitos colaterais e afetos descontrolados!
|
format |
article |
author |
Débora Tabacof |
author_facet |
Débora Tabacof |
author_sort |
Débora Tabacof |
title |
Corpo-empresa na industria do espectaculo |
title_short |
Corpo-empresa na industria do espectaculo |
title_full |
Corpo-empresa na industria do espectaculo |
title_fullStr |
Corpo-empresa na industria do espectaculo |
title_full_unstemmed |
Corpo-empresa na industria do espectaculo |
title_sort |
corpo-empresa na industria do espectaculo |
publisher |
Universidad de San Buenaventura |
publishDate |
2011 |
url |
https://doaj.org/article/731afd3d1bf94d6384cd20a64d928a20 |
work_keys_str_mv |
AT deboratabacof corpoempresanaindustriadoespectaculo |
_version_ |
1718379889861591040 |